segunda-feira, 15 de abril de 2013

Alunos do Curso de Eventos Vivenciam a Prática Profissional


Os alunos do curso de Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Eventos visitaram as instalações dos Hotéis Windsor Barra e Windsor Atlântica como uma das atividades da disciplina Eventos Corporativos, ministrada pela professora Cristina Guerra. A rede Windsor possui uma das maiores estruturas para eventos do país e dedica-se, principalmente, ao mercado empresarial. No Windsor Barra, os alunos e a professora  foram recebidos pelo gerente geral do Hotel, Marcos Bezerra, que fez uma breve palestra sobre o mercado de trabalho, o perfil do profissional de eventos e a expansão deste mercado devido aos megaeventos que acontecerão no Rio de Janeiro.
Antes da visita técnica, palestra sobre o mercado de eventos
Em seguida, o grupo visitou o WB, que conta com 60 salões para eventos de diferentes portes, distribuídos por cinco andares, sendo o primeiro hotel com Centro de Convenções acoplado. Em alguns dos salões, os alunos acompanharam a montagem e desmontagem de eventos.  No Windsor Atlântica, um edifício de 39 andares, com uma vista privilegiada das praias de Copacabana e Leme, os alunos também tiveram a oportunidade de visitar os  salões para eventos. Ao todo são 24, além de 13 salas de apoio, e verificarem detalhes de decoração, montagem de mesas e os equipamentos de som, vídeo e iluminação.
Esta é a proposta do curso de Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Eventos - vivenciar a prática profissional, enriquecendo, assim, os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

LEI ROUANET

A Lei Rouanet é um dos principais incentivos à cultura por oferecer uma opção para artistas ou empresas que não possuem recursos próprios para realizar seus projetos. A Lei possibilita que pessoas físicas e jurídicas apliquem parte do imposto de renda devido em ações culturais. As áreas que podem se beneficiar são: teatro, dança, música, circo, artes plásticas, produções cinematográficas, videográficas e fotográficas, folclore, artesanato e afins.
Os projetos devem ser inscritos através do site do Ministério da Cultura. Após preenchidos os dados solicitados, a proposta será transformada em projeto cultural e receberá um número PRONAC (Programa Nacional de Apoio à Cultura). Em seguida, o projeto é analisado por pareceiristas e votado por uma comissão de avaliação. Se aprovado, o autor do projeto deve procurar uma ou várias empresas que se interessem em patrocinar.
O dinheiro é depositado em uma conta vinculada, que só pode ser usada para as despesas com o projeto. É preciso prestar contas ao MINC após a realização do projeto, com as devidas comprovações das despesas. Mais informações no site do Ministério da Cultura: www.cultura.gov.br/site.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Morro da Conceição - Um Oásis no Centro da Cidade



Imagem de Nossa Senhora da Conceição
Uma viagem no tempo, num cenário que exibe casarões e vilas do século XIX e início do século XX, com ruas estreitas, conversas nas calçadas, por onde só circulam pedestres, não há trânsito. Barulho, só de passarinhos ou de crianças brincando.  Assim é o Morro da Conceição, situado entre a Praça Mauá e o bairro da Saúde, em pleno coração da cidade, pulsante e barulhenta. Sobe-se o Morro por inúmeras ladeiras e ruelas, e quando se chega ali, a sensação é que o tempo parou, pois o lugar conseguiu se manter preservado do processo de urbanização dos últimos dois séculos, que ocorreu em toda a cidade. O interessante é que o Morro da Conceição nunca foi uma favela e continua sendo até hoje um local de moradia, mantendo um estilo de vida que não mais existe no Centro do Rio.

 
Um estilo antigo de moradia
Uma viagem no tempo
Para combater a invasão Francesa no Rio de Janeiro, no século XVIII, os portugueses construíram uma Fortaleza no alto daquele morro para proteger a Baía de Guanabara. A origem do nome deveu-se à construção de uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Conceição, que acabou batizando o lugar. Mais tarde, ali foi construído  o Palácio Episcopal, onde hoje funciona o Serviço Geográfico do Exército.
O Morro da Conceição abriga, ainda, o Observatório de Valongo e a Pedra do Sal. O nome remete à pedra de gnaisse escorregadia existente no Morro da Conceição. Ali era descarregado o sal importado de Portugual durante o Império, e era vendido aos moradores do Rio.
Pedra do Sal, berço do samba
O sal era um produto muito valorizado e caro naquela época. Para facilitar o acesso, os escravos foram obrigados a construir escadas. A Pedra do Sal também era ponto de desembarque do tráfico de escravos. Os escravos se reuniam nas horas vagas para cantar e dançar suas músicas de origem africana.
Por essa razão, a Pedra do Sal é considerada o berço do samba, frequentado por  Pixinguinha, João da Baiana e Heitor dos Prazeres, entre outros expoentes da MPB.
Com a revitalização do Centro da cidade, o Morro da Conceição vem sendo redescoberto. Muitos artistas plásticos instalaram ateliês, que são abertos ao público. São realizadas rodas de samba na Pedra do Sal todos os finais de semana e o Morro como um todo está virando ponto de atração turística. O grande desafio agora é manter preservadas as características deste oásis encravado no burburinho da cidade, ao mesmo tempo em que abre as portas para um mundo mais amplo.